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A experiência como aliada

Por Amanda Meireles



Aquele momento em que o biscoitinho cai no chão! A mãe do primeiro filho corre para jogá-lo fora antes que ele coloque na boca. No segundo filho, a mesma mãe dá aquela sopradinha no biscoito pra aliviar a consciência e devolve pra criança. Quando vem o terceiro filho, a mãe já vira pro lado fingindo que não viu e vida que segue.


Quem é mãe de dois ou mais filhos sabe o quanto esses memes nos representam! E não é que falte o cuidado, menos ainda o amor. Os filhos sempre terão nossa atenção máxima, damos a vida por eles se necessário. É que experiência é uma grande aliada para dissipar as "pré-ocupações". A vivência, em certa medida, frutifica tranquilidade. E assim sabemos que não precisamos sair correndo para a emergência no meio da madrugada porque nosso filho deu um espirro.


Ainda assim, me parece que em algumas situações adversas da vida não conseguimos nos despreocupar, por mais vezes que a tenhamos experimentado. A tranquilidade não implica necessariamente falta de ação. Mas nos permite agir sem o desespero, que nos faz tropeçar e torna tudo mais dolorido.


De todo modo, em meu modesto ponto de vista, maturidade não se relaciona tanto com quantidade experienciada quanto com a profundidade de cada aprendizagem. Como bem disse Augusto Cury, "a sabedoria de um homem não está em não errar, chorar, se angustiar e se fragilizar, mas em usar seu sofrimento como alicerce de sua maturidade".





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